E existem aqueles que a gente chama de amigos.
Eu quero um amigo de verdade.
Um amigo que me entenda, que não me julgue.
Um amigo que eu possa abraçar a toda hora, sem medo da intimidade, sem medo de desentendimentos.
Um amigo na frente do qual eu tenha a liberdade de chorar, de reclamar, de gritar, de fazer papel de idiota.
Sem medo de receber um olhar de desprezo.
Um amigo com quem seja fácil sorrir.
Um amigo cuja risada preencha o meu dia.
Um amigo que me faça crescer.
Um amigo que me ouça, e que me deixe ouvir também.
Um amigo com quem eu possa discutir qualquer coisa.
Um amigo que não tenha necessariamente as mesmas opiniões que eu, mas que me respeite (porque eu vou respeitá-lo).
Um amigo que tenha seus defeitos. Defeitos que eu vou aprender a amar.
Um amigo que esteja ao meu lado não só em horas boas e divertidas, mas nas piores horas também.
Um amigo que me console e que me permita consolá-lo.
Aquele amigo, sabe. Cujo olhar faça tudo melhorar, como se fosse mágica.
Só que antes eu tenho que pôr na cabeça que uma amizade assim não cai do céu.
Uma amizade assim a gente trabalha. Constrói. Luta por ela. E a ama.
Será que eu sei amar assim?
Confusão Interior
Há 15 anos

Um comentário:
Essas coisas vêm com o tempo. A gente percebe um amigo desses de pouquinho e esse amor também vem de pouquinho. Mas vem.
Vou estar sempre aqui para você. =]
Postar um comentário